quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Possibilidades...

É comum que árvores percam suas folhas para se proteger e não morrer e novamente em outra primavera nascer frondosa e vibrante.
É natural que a música nos faça relembrar o passado, reinventá-lo e vivê-lo novamente.
É contraditório imaginar que em um mundo com coisas tão simples, veja-se estranheza no AMOR.
Nesse mundo de tanta guerra, desamor e ódio, critica-se e odeia-se pelo simples fato de se amar diferente, a quem quer que se queira.
Eu quero amar uma árvore.
Eu desejo amar a hélice do meu ventilador empoeirado.
Eu exijo o amor do fio do carregador do meu celular.
Eu necessito do amor da minha cenoura suculenta que vou usar na minhas salada light.
Eu quero amar... não importa quem, o que!
Importa? Por quê?
Já amou hoje?
Ah! Eu quero o amor, de todas as formas, com todo o mundo, por todas as perspectivas e belo e puro assim como tem de ser...
Eu quero viver... porque viver ainda é possível!

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

E lá vou eu...


Agora vou longe... Tõ com a cabeça erguida, o peito estufado, o coração bem acomodado e a vida tomando rumos bons... novos, felizes!
Pensei que o ciclo vicioso em que me encontrava nunca fosse findar nas suas voltas e voltas rápidas, longas e descontínuas nos vai-e-vens que sempre deu.
Findou. Inicou-se outro, não vicioso, eu sei!
Feliz, feliz porque a felicidade começa pela boca, começa por querê-la, e a tenho pelo simples fato de pensar tê-la, já até acostumado com a sensação de percebê-la não mais em mim...
E agora, o que virá?
Ah! Nem quero saber...
O futuro é o presente daqui a três, dois, um segundo.