sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Sombra leve e pálida

Eu olhei pro céu e vi uma nuvem em forma de um triangulo equilátero
Olhei novamente... nuvens conversavam, falavam sobre suas vidas de nuvem, de como às vezes é complicado ser nuvem nos dias de hoje...
Difícil mesmo é ser qualquer coisa, principalmente hoje.
Aliás, é difícil mesmo é ser... ser algo é complicado!
Sou isso, e me pergunto porque não sou aquilo!
Mas sou alguém que olha pras nuvens e vê formas triangulares, arredondadas, sem forma, conversando até - meu deus!
Nuvens são legais... são!
Leves, ora pálidas e mocambúzias...
Pesadas, escuras e viris!
Eu sou isso, não estou isso!!!
E me criticam porque gosto de ver nuvens!
Com licença... vou ver nuvens!

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

É...


Eu já não preciso esconder o que sou, o que sinto, o que quero. Tenho certeza do que sou, porque o que sou foi o que eu constrí a custas do meu suor, do meu sofrimento, das tapas que me deram na cara.
Amei, fui amado, sofri, fiz sofrer.
Não sou perfeito!
Sou a perfeição do que cisma ser imperfeito!
Amo o igual não por querer meu, mas porque o igual assim me quer, e assim me atrai.
E o sonho é ser feliz?
É...

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Possibilidades...

É comum que árvores percam suas folhas para se proteger e não morrer e novamente em outra primavera nascer frondosa e vibrante.
É natural que a música nos faça relembrar o passado, reinventá-lo e vivê-lo novamente.
É contraditório imaginar que em um mundo com coisas tão simples, veja-se estranheza no AMOR.
Nesse mundo de tanta guerra, desamor e ódio, critica-se e odeia-se pelo simples fato de se amar diferente, a quem quer que se queira.
Eu quero amar uma árvore.
Eu desejo amar a hélice do meu ventilador empoeirado.
Eu exijo o amor do fio do carregador do meu celular.
Eu necessito do amor da minha cenoura suculenta que vou usar na minhas salada light.
Eu quero amar... não importa quem, o que!
Importa? Por quê?
Já amou hoje?
Ah! Eu quero o amor, de todas as formas, com todo o mundo, por todas as perspectivas e belo e puro assim como tem de ser...
Eu quero viver... porque viver ainda é possível!

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

E lá vou eu...


Agora vou longe... Tõ com a cabeça erguida, o peito estufado, o coração bem acomodado e a vida tomando rumos bons... novos, felizes!
Pensei que o ciclo vicioso em que me encontrava nunca fosse findar nas suas voltas e voltas rápidas, longas e descontínuas nos vai-e-vens que sempre deu.
Findou. Inicou-se outro, não vicioso, eu sei!
Feliz, feliz porque a felicidade começa pela boca, começa por querê-la, e a tenho pelo simples fato de pensar tê-la, já até acostumado com a sensação de percebê-la não mais em mim...
E agora, o que virá?
Ah! Nem quero saber...
O futuro é o presente daqui a três, dois, um segundo.